25 outubro 2009

Hybrid Architecture: An Environment for the Prosthetic Body
Georges Teyssot .
Drawing from philosophical, literary, artistic and technological sources, this text focuses on the theoretical relations between body and environment. It illustrates the argument by probing into various topics such as: desiring machines, body without organs, organs without body, gymnastic implements, body-building, celibate machines, incorporation, disembodiment, androids, robots, cyborgs, electro-mechanical and electronic apparatuses, spacesuits, wearable computers and augmented reality, the eco-technical spheres and the matrix. In addition, it looks into theories of medical devices that help explain the notion of the prosthetic body. Finally, within the context of theories of tools and cyber-organism, it attempts to rethink design through the terms of contemporary practices of daily life.
Key Words: hybridity • body and environment • prosthetic body • cyborg • robot • disembodiment • eco-technics

17 outubro 2009

CIDADE CIBORGUE
André Lemos
A cidade é um artifício, uma máquina imaginária e concreta, que coloca em sinergia processos complexos de transporte e comunicação. Este não é um fato novo e desde as primeiras necrópoles primitivas, passando pelas cidades medievais, pelas cidades do renascimento, pelas cidades modernas da era da eletricidade, das redes de comunicação (telégrafo, rádio e TV) e do automóvel, até as cidades contemporâneas do ciberespaço, o que está em jogo é a dinâmica complexa das diversas redes tecnosociais (Musso, 1997; Castells, 2000; Mumford, 1998, Blanquart, 1997). Desde as primeiras cidades, esta relação, que é própria cultura, se dá pela circunscrição artificial do mundo natural, consolidando a própria humanidade. A cidade é uma grande máquina artificializante.
Desde a clássica “República” de Platão que os homens sonham com a cidade ideal, berço da vivência democrática, livre e autônoma. As cidades utópicas de Platão, Thomas More, Santo Agostinho ou Campanela lembram sempre o desejo humano inalcançável de um lugar e tempo ideais (Bosi, 1997). E a utopia é sempre uma ucronia já que o lugar a chegar (u-topos) está sempre fora do tempo (u-cronos). A cidade-ciborgue da cibercultura é preenchida por essa utopia e também pelas diversas distopias (1984, Metrópolis, Blade Runner, Matrix) de um mundo controlado e robotizado pelas tecnologias. Vivemos esse dilema de, ao mesmo tempo, estarmos na cultura e lutando contra os excessos dessa artificialização. O processo de “ciborguização” (Lemos, 1999, Gray, 1995) contemporâneo do corpo, do imaginário e das cidades nada mais é do que um prolongamento dessa condição humana presente desde as primeiras cidades (Mumford, 1998; Blanquart, 1997).
O homem só existe na cultura e a cidade é um dos seus principais artefatos, morada dos agrupamentos sociais, palco da cultura humanista e berço das artes e espetáculos. A cidade sempre foi uma estrutura híbrida e complexa, mas é a partir da década de 70, com a convergência entre as novas tecnologias e a informática, que podemos situar a emergência de uma cidade-ciborgue, fusão, complexificação e transformação da estrutura urbana clássica pelas tecnologias digitais de comunicação e informação. O processo está em andamento e em complexificação crescente nos obrigando a investigar essa nova relação.
CIBORGUE: HUMANO E COMUNICAÇÃO
Fátima Regis de Oliveira, Fernanda Pizzi e Márcio Souza Gonçalves

As novas tecnologias informacionais da comunicação têm sido instrumento impulsionador de uma animada discussão sobre os processos de produção de subjetividade e o conceito de humano. No centro do debate, figura a problemática noção de ciborgue.

Este texto não pretende fazer um mapeamento global dos modos de inserções do ciborgue na dinâmica social da cibercultura. Seu objetivo é indicar como a noção de ciborgue aponta para uma modificação do modo como se pensa o ser humano, modificação esta que radicaliza a vinculação do conceito de humano aos processos de comunicação e às redes.
Iniciaremos discutindo algumas das definições de ciborgue. Tal discussão deve permitir um razoável mapeamento das diversas maneiras como nosso tempo concebe o ciborgue, o que remete nosso olhar para o contexto que deu origem ao termo.
Buscaremos então inserir o conceito de ciborgue no panorama cultural, social e histórico em que ele se originou. Tal contextualização surpreendentemente conduz à problemática do estatuto do homem e de sua relação com a comunicação e as redes.
Em última instância, trata-se de investigar de que modo o conceito de ciborgue colabora para que a comunicação se torne o paradigma central para a definição de humano.



O que é um ciborgue?

12 outubro 2009

TEORIA DA NOVIDADE
Terence McKenna

A Teoria da Novidade está diretamente relacionada ao fluxo de “novidade” (informação) e “hábito” (entropia) no universo representado pela Onda-Fractal do Tempo no Timewave Zero. O “fluxo de novidade” evidencia ressonâncias como a criatividade, produtividade, conectividade, evolução e o “fluxo de hábito”, conduz à convenção, rotina, declínio, degradação, a entropia. Sendo virtualmente informação, o universo está em constante transformação em um complexo sistema que busca livrar-se do declínio representado pela entropia. Neste processo está envolvida toda História do Universo, em todas as escalas como o físico, químico, biológico, cultural, quântico e espiritual. Segundo a teoria, este processo está acelerando cada vez mais para um possível ponto de singularidade, em que todo o universo se transformaria em informação (seu meta-dados que o explicam por inteiro) ou, sob um ponto de vista geométrico, todos os pontos estariam interconectados. Na leitura da Onda-Fractal do Timewave Zero, Terence McKenna descobriu em sua estrutura padrões de novidade e hábito que ele relacionou a fatos e momentos históricos e ao próprio fluxo de ressonâncias registradas na Onda-Fractal.

Para a Teoria da Novidade, o fluxo de novidade e o fluxo de hábito estão relacionados ao estado e fluxo de Informação através do Tempo, esteja ela em seu estado "dinâmico", por meio da Novidade ou "estático", pelo Hábito. Nesta teoria tudo é Informação, seja ela matéria, energia ou elementos tais como ação e reação ou acontecimentos históricos.
veja os videos: podervegetal
EU FAÇO O MUNDO MAIS BELO
Pequenas ações, grandes conseqüências.
Quando pensamos nas coisas que queremos realizar, nas mudanças que desejamos para nossa vida e para o mundo, às vezes achamos que é preciso fazer coisas fantásticas, mover montanhas...Uma grande caminhada começa com o primeiro passo, onde a constância e consistência são mais importantes que intensidade ou velocidade. Uma pequena mudança de atitude já é o grande início! Quando juntas, pequenas atitudes tomadas em todo o mundo podem fazer a diferença, provando como uma ação individual inspira diversas outras.Um prova disso está em uma vila em Samso, na Dinamarca. O lugar tem atraído turistas curiosos porque vive há dois anos consumindo apenas energia de fontes renováveis. A energia dessa vila é produzida por cataventos que ficam no mar e na terra. As casas usam painéis solares e já houve tentativas de usar somente carros elétricos. Eles estão provando que é possível, com união, mudar o lugar onde a gente vive. Todos os dias, no mundo todo, milhares de pessoas estão contribuindo de alguma forma, seja com grandes ou pequenas ações para que o planeta se torne um lugar sustentável. (blog 'o boticário')

11 outubro 2009

MATERIAIS MULTIFUNCIONAIS
NA CONSTRUÇÃO CIVIL 

Materiais multifuncionais
Os materiais de construção podem ter outras funções além de apenas sustentar e embelezar as construções. Como seus usuários humanos, esses materiais são multifuncionais.
Ainda longe de ser comercializado, o SmartWrap é projetado como um material de construção que pode fornecer não apenas abrigo, mas também controle do clima, iluminação e energia. Esse material muito fino é feito com o mesmo plástico usado em garrafas de refrigerante e processado em rolos, segundo a empresa de arquitetura que o criou, a KieranTimberlake Associates LLP. (kieramtimberlake.com)



A camada de substrato de filme de poliéster é forte o suficiente para proteger do vento e da chuva — podendo, segundo consta, suportar um furacão de categoria 3. Para controlar o clima, uma camada de filme é integrada a microcápsulas de materiais inversores, que absorvem o calor em temperaturas mais altas e liberam calor em temperaturas mais baixas.
Para iluminação, o SmartWrap usa tecnologia de diodo orgânico emissor de luz — moléculas orgânicas depositadas dentro do filme plástico que emite luz quando uma corrente elétrica é aplicada. A energia vem da luz do sol, absorvida por células orgânicas fotovoltaicas integradas ao filme e convertidas em energia.
Algum dia, as lâmpadas poderão se tornar história. Lâmpadas incandescentes, do tipo inventado por Thomas Edison, convertem apenas 5% de energia em luz e liberam o resto em forma de calor. As lâmpadas fluorescentes talvez sejam quatro vezes mais eficientes, mas alternativas melhores estão a caminho.
Diodos emissores de luz em forma de chip já estão sendo usados em lanternas de bolso e lanternas traseiras de automóveis, que utilizam uma fração da energia que as lâmpadas consomem. O Centro de Pesquisa em Iluminação do Instituto Politécnico Rensselaer, em Nova York, colocou uma rede de fios de baixa voltagem nas paredes e teto de algumas salas de testes. Painéis de LED embutidos em azulejos podem conectar-se com a rede elétrica em qualquer lugar da superfície. Um sistema controlado por computador pode ligar e desligar cada painel e ajustar sua luminosidade e cor.
A empresa Kennedy and Violich Architecture, de Boston, está mais adiantada. Seus projetistas estão trabalhando com fios integrados com LEDS que podem ser tecidos em coberturas de paredes ou de mobílias.



BIOMIMÉTICA
Biomimética

Como a Mãe Natureza projetaria um edifício?
Durante 4 bilhões de anos de evolução, surgiram alguns organismos com desenhos engenhosos. Os arquitetos estão voltando os olhos para a natureza a fim de obter idéias para construção de sustentabilidade.
Talvez os mais famosos entre os edifícios biologicamente informados sejam as instalações do shopping center e edifício de escritórios Eastgate em Harare, no Zimbábue. O projeto foi inspirado nos cupinzeiros africanos, nos quais os cupins mantêm uma temperatura constante de 30,55o C graus (para preservar um fungo que cultivam para comer) abrindo e fechando condutos que ventilam ar quente.
O edifício de concreto Eastgate não tem sistema de ar condicionado. Durante a noite, grandes ventiladores captam o ar fresco de fora através de espaços entre os andares do edifício. De dia, ventiladores menores captam o ar mais quente de fora através dos mesmos espaços, onde o concreto fresco modera a temperatura. Enquanto aquece, o ar sobe por meio de 48 chaminés redondas de tijolo e sai pelo teto. O ar fresco circula pelo prédio duas vezes por hora durante o dia. O edifício supostamente usa apenas 10% da energia que um edifício convencional do mesmo porte usaria.
E os materiais de construção inspirados na natureza? Os arquitetos e engenheiros estão analisando a quase indestrutível concha de molusco.
Uma concha cresce ao incorporar fragmentos de carbonato de cálcio em folhas e camadas. A concha adiciona cada novo fragmento em um ângulo certo ao fragmento acabado Nessa construção, uma rachadura se move com dificuldade, a força de qualquer sopro dissipa folha a folha e camada a camada.
Para adaptação a temperaturas instáveis, analise a pinha flexível. Bem fechadas no frio, as pinhas abrem suas escamas para liberar as sementes quando a temperatura esquenta. Pesquisadores estão buscando materiais que mudam de formato dependendo do nível de umidade no ar, abrindo-se para expelir o ar quente úmido para fora e fechando-se para evitar que o ar morno úmido entre.





08 outubro 2009

ARQUITETURA SUBJETIVIDADE E CULTURA
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo UFRJ
O Grupo Arquitetura, Subjetividade e Cultura desenvolve pesquisas e análises sobre a inter-relação pessoa-espaço construído. Sua meta é analisar os fatores de ordem subjetiva e cultural que participam da construção do Lugar, da Memória e da Identidade espacial dos grupos socio-culturais. Ao conhecer os mecanismos de Moldagem do Lugar e estabelecimento dos afetos aos ambientes, tal assunto tem se mostrado fundamental tanto para a geraçao de estratégias de promoção do bem estar do Homem nas ambiências urbanas como para o sucesso dos projetos de arquitetura e urbanismo. A repercussão do conhecimento gerado tem se dado por meio de divulgação científica em geral.

EVENTOS:

Olhares cruzados sobre o Morar: Métodos e Estratégias
Inovadoras
Regards Croisés: Méthodes et Démarches Innovantes
 
http://www.asc.fau.ufrj.br/eventos.html
Construir o mundo e habitá-lo é, sem dúvida, pensá-lo simbolicamente, existencialmente e, deveras, fisicamente.
O espaço construído pode ser visto como um conjunto de partes definidas que, em sua constituição, estrutura as vivências pessoais.
Desta forma, o ambiente construído na arquitetura, formalizado pela identificação de um signo comum através de práticas culturais, sociais e experiência individual, deixa sinais impressos no cotidiano dos lugares, nos hábitos, nas crenças e ações de uma coletividade.
É nesta perspectiva que se instaura o colóquio “Olhares Cruzados sobre o Morar”, que reúne pesquisadores Franceses e Brasileiros, fazendo parte das atividades do ano da França no Brasil 2009 e ampliando o processo de trocas de experiências, compartilhamento de saberes e crescimento conjunto das Ciências Sociais e afins.


Construire le monde et l´habiter c´est d´abord l´habiter symboliquement et existentiellement avant de l’habiter physiquement.
L´espace bâti est entendu comme le lien qui structure dans un même ensemble les expériences et contextes spatiaux.
Ainsi, l´environnement bâti, ou l´architecture des villes, formalisés par l´identification à des significations partagées à travers les pratiques culturelles, sociales et l’expérience individuelle, impriment des traces communes dans les espaces de la vie quotidienne, dans les habitudes, les croyances et influe sur les actions d´une collectivité.
C’est dans cette perspective qu’est organisé le colloque «Regards Croisés sur l´Habiter» , qui réunit des chercheurs français et brésiliens. Cette manifestation s’inscrit dans le cadre des évènements officiels de l’Année de la France au Brésil 2009. Une telle rencontre permettra d’accroître l’échange d’expériences, comme le partage des connaissances et des outils conceptuels et méthodologiques entre Sciences Sociales et Architecture.

Apresentação . Présentation

Pensar as formas de articulação da vida cotidiana dos habitantes com sua morada nos leva a cruzar os olhares sobre a experiência de pesquisa trans-disciplinar na Arquitetura-Antropologia.
Diante disso, a interlocução entre os diversos saberes e metodologias próprias às áreas das Ciências Humanas, Sociais e da Arquitetura e Urbanismo tornará possível a compreensão do usuário produtor de seu ambiente e das experiências coletivas que não se encerram em si mesmas.
Alguns arquitetos e/ou urbanistas com formação também voltada para as ciências humanas e, por sua vez, antropólogos voltados para o uso dos espaços físicos têm deixado preciosas interpretações que mostram como os espaços e seus usuários “falam” a mesma linguagem, sendo possível entender um a partir da análise do outro. Laplantine pensa que, nesta relação, o pesquisador se inclui socialmente e subjetivamente nas observações, agregando sentidos não apenas na sociabilidade das ruas, mas, principalmente, no diálogo que os espaços e as pessoas estabelecem entre si.
Alguns métodos propostos se apóiam em diferentes passos e suportes, na interatividade ou em outras formas de compreensão das narrativas e não mais apenas na aplicação de questionários ou em entrevistas com usuários ou habitantes. Assim, alguns pesquisadores têm utilizado novas tecnologias para renovar sua metodologia de observação e de coleta de dados, usando, por exemplo, a comunicação pela internet ou a capacidade dos habitantes se expressarem quando são convidados a desenhar ou a projetar seus espaços de vida. Outros trabalham com imagens ou utilizam jogos interativos nos quais os habitantes são convidados a intervir ludicamente em um determinado local da cidade. Em suma, ferramentas relativamente novas estão sendo colocadas em prática, aumentando o diálogo entre o saber profissional e o saber popular.
A aproximação entre esses saberes disciplinares poderá igualmente conduzir à emergência das competências populares na fabricação do projeto urbano.
Penser aux formes d´articulation entre la vie quotidienne et les différents espaces habités, nous mène à croiser les regards sur l´expérience de recherche trans-disciplinaire architecture-anthropologie.Face à cela, l´interlocution entre différents savoirs et méthodologies propres aux sciences sociales et aux analyses architecturales rendra possible la compréhension des interactions à différents niveaux entre l’environnement et l’expérience collective.Comme certains architectes et / ou urbanistes ayant une double formation, des anthropologues et sociologues soucieux del´étude des espaces physiques, fournissent de précieux indices qui montrent que les espaces et leurs usagers « parlent » le même langage, permettant de comprendre l´un à partir de l´analyse de l´autre.François Laplantine pense que, dans cette relation, le chercheur s´inclue socialement et subjectivement dans les observations articulant des significations non seulement dans la sociabilité des rues mais, surtout dans le dialogue que espaces et personnes établissent entre eux.Certaines des méthodes proposées s’appuient, à travers différents cheminements et supports, sur l’interactivité ou sur d´autres façons de comprendre les recits, et non plus sur le seul recueil de discours, de parole d’usagers ou d’habitants. Des chercheurs utilisent ainsi les nouvelles technologies pour renouveler leurs méthodes d’observation et d’enquête en utilisant par exemple la communication par internet et la capacité des habitants à dessiner et projeter leur espace habité. D’autres travaillent l’image, ou bien utilisent les jeux interactifs participatifs, des évènements urbains permettant que les habitant interviennent de façon ludique sur un espace donné. Ils permettent ainsi la mise en place d’outils relativement nouveaux, de dialogue entres savoirs professionnels et savoirs ordinaires.Ces rapprochements entre savoirs disciplinaires pourront également conduire à faire émerger la place des savoirs d’usage, des compétences ordinaires dans la fabrication du projet urbain.

Objetivos . Objectifs

O objetivo deste evento é constituir uma rede interdisciplinar sobre métodos inovadores de análise de projeto de espaços da cidade e do morar, por meio de um olhar cruzado entre arquitetura e ciências sociais. Tal rede será desencadeada a partir dos trabalhos e discussões expostas ao longo do colóquio proposto e da exposição simultânea.
Da mesma forma, para o ensino, haverá maiores possibilidades para o desenvolvimento de programas de co-tutela de trabalhos de doutorado, ampliando a interdisciplinaridade dos trabalhos em andamento.
Constituer un réseau de recherche interdisciplinaire sur les méthodes innovantes d’analyse et de projet des espaces de la ville et du logement, à travers un regard croisé entre architecture et sciences sociales. Un tel réseau sera l’aboutissement du colloque accompagné de l’exposition simultanée.
D’une façon plus générale enfin, pour l’enseignement, il y aura de plus grandes possibilités de développer des co-tutelles de doctorats et de mettre les étudiants en situation d’enseignement interdisciplinaire alors que la plupart du temps cette expérience n’est intervenue qu’après la formation.


Ambiências Compartilhadas: cultura, corpo e linguagem
Ambiances em Partage: culture, corps et langage


Dentro do escopo da Rede de Pesquisa Internacional sobre Ambiências, este Colóquio surge como parte das comemorações do ano da França no Brasil. Sob título de exploração e reconhecimento das realidades das pesquisas sobre este tema nos países envolvidos, o Colóquio AMBIÊNCIAS COMPARTILHADAS focará a análise do corpo, da cidade e da linguagem nas esferas arquitetônico e sócio-culturais.
Nos últimos anos, o conceito de Ambiência vem assumindo posição de destaque nos estudos urbanos e arquitetônicos. Apesar de ainda ser um tema que carece de um maior aprofundamento, o estudo das Ambiências tem proporcionado novas diretrizes para projetos de intervenção espacial. Com o presente evento, que se constitui um desdobramento do Colóquio Internacional “Faire une Ambiance” ocorrido em Grenoble em 2008, pretendemos trocar e ampliar experiências sobre os atributos das Ambiências, os fatores que as tornam particulares, a capacidade que elas possuem de favorecer a apropriação, participar da formação dos diversos grupos culturais e aprimorar os estudos da arquitetura e do urbanismo.

S’inscrivant dans le cadre du Réseau International Ambiances, ce colloque est organisé durant l’année de la France au Brésil. Issu de l’actualité des recherches et des projets portés par les pays membres du réseau, ce colloque s’intitule Ambiances en partage. Il se propose d’explorer les dimensions culturelles, corporelles et langagières des ambiances architecturales et urbaines. Ces dernières années ont vu s’affirmer l’importance de la thématique des ambiances dans le domaine de l’architecture et de l’urbain. Domaine en plein développement, l’étude des ambiances est en train d’élaborer de nouvelles pistes et propositions en matière de conception architecturale et urbaine. Prenant la suite du colloque international « Faire une ambiance » qui s’est déroulé à Grenoble en 2008, le colloque « Ambiances en partage » vise à approfondir et mettre en débat un certain nombre de questions se rapportant à cette thématique : questionnement sur ce qui confère à une ambiance son caractère singulier, capacité d’une ambiance à favoriser le sentiment d’appartenance, rôle d’une ambiance dans la formation de nouveaux groupes culturels, etc. Dans tous les cas, il s’agira de proposer de nouvelles contributions pour la recherche en architecture et en urbanisme.

veja ainda sobre o tema:
valores simbolos e significados dos espaços
antropometria

 
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