12 outubro 2009

TEORIA DA NOVIDADE
Terence McKenna

A Teoria da Novidade está diretamente relacionada ao fluxo de “novidade” (informação) e “hábito” (entropia) no universo representado pela Onda-Fractal do Tempo no Timewave Zero. O “fluxo de novidade” evidencia ressonâncias como a criatividade, produtividade, conectividade, evolução e o “fluxo de hábito”, conduz à convenção, rotina, declínio, degradação, a entropia. Sendo virtualmente informação, o universo está em constante transformação em um complexo sistema que busca livrar-se do declínio representado pela entropia. Neste processo está envolvida toda História do Universo, em todas as escalas como o físico, químico, biológico, cultural, quântico e espiritual. Segundo a teoria, este processo está acelerando cada vez mais para um possível ponto de singularidade, em que todo o universo se transformaria em informação (seu meta-dados que o explicam por inteiro) ou, sob um ponto de vista geométrico, todos os pontos estariam interconectados. Na leitura da Onda-Fractal do Timewave Zero, Terence McKenna descobriu em sua estrutura padrões de novidade e hábito que ele relacionou a fatos e momentos históricos e ao próprio fluxo de ressonâncias registradas na Onda-Fractal.

Para a Teoria da Novidade, o fluxo de novidade e o fluxo de hábito estão relacionados ao estado e fluxo de Informação através do Tempo, esteja ela em seu estado "dinâmico", por meio da Novidade ou "estático", pelo Hábito. Nesta teoria tudo é Informação, seja ela matéria, energia ou elementos tais como ação e reação ou acontecimentos históricos.
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2 comentários:

Anônimo disse...

sua definição de entropia não está clara e não condiz com o entendimento clássico. Seu texto parece mais feito pra ser plástico do que informativo ou útil.

Anônimo disse...

Na verdade, quanto menos informações, maior a entropia.

 
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